por Marco Luiz Gonzaga
No mês de julho desse ano, o Brasil atingiu a marca dos 37 milhões de internautas regulares, que utilizam a grande rede de casa ou do trabalho. A internet que era utilizada apenas pelas classes A e B no país agora vem conquistando intensamente a classe C. Com os computadores mais em conta, o cartão de crédito distribuído a classe C e uma diminuição no preço do acesso a internet (nem tanto assim), o número de usuários já é de 1/5 da população brasileira.
Entra em cena então o marketing digital. Com tanta gente conectada, as agências que se mantiverem tradicionais, apostando todos os reais de seus clientes na telinha, nos jornais e nas mídias de massa estarão com seus dias contados. (Não quero desqualificar nenhuma mídia tradicional). No meio de 1 bilhão de páginas na internet, nós, futuros publicitários não podemos decepcionar nossos clientes e principalmente nosso “target”, precisamos recriar as empresas físicas para empresas digitais. Quem continuar acreditando, que 3,5% do bolo total da propaganda, devem ser destinados a ações de internet estará “amarrando a corda no pescoço”.




